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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Top Of Mind 2014

Nossa Equipe recebendo em junho/2014 mais um Troféu Top Of Mind.
Agradeço a minha Equipe a aos nossos segurados pela grande conquista.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quem paga a conta? Aumento de carros roubados e furtados


Segundo a Federação Nacional de Seguros, nos últimos três anos, mais de 1,3 milhão de veículos foram roubados ou furtados no Brasil. É mais do que a soma de toda a frota de Porto Alegre, Florianópolis e Vitória. Infelizmente, quem vai pagar esse prejuízo somos nós, segurados, pois nossa apólice está com a taxa mais alta a cada ano que passa. A taxa para Porto Alegre, capital do nosso estado, preocupa os gaúchos, está altíssima e não há o que fazer, pois nenhuma seguradora resistirá financeiramente se não for compartilhado esse prejuízo.

Muito interessante o artigo abaixo do jornalista  Angelo Pavini ( jornalista formado pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), com 22 anos de experiência na cobertura do mercado financeiro e de assuntos ligados a finanças pessoais).

"A malandragem não deu folga nem no fim de ano e o roubo de carros disparou, elevando o custo das seguradoras, que devem repassar o aumento para os consumidores. O custo do seguro de carros deve subir entre 10% e 20% na média ou até mais no caso de alguns modelos preferidos pelos ladrões ou de determinadas regiões do país onde os roubos são mais frequentes.
A avaliação é de Luiz Alberto Pomarole, vice-presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Segundo ele, o setor está registrando, desde outubro, um aumento expressivo nos roubos de carros no Brasil inteiro, mais especialmente em São Paulo, e que não arrefeceu nem em dezembro, época em que os ladrões costumam agir menos. “Não sabemos por que o  roubo cai, mas parece que os ladrões também tiram férias em dezembro”, diz.Roubo cresceu até 30%
Segundo ele, o aumento de roubos continuou também em janeiro, e algumas seguradoras têm aplicado correções nos prêmios cobrados dos segurados por conta disso. “O roubo de carros está rolando solto”, afirma Pomarole.
O executivo diz que os índices de roubos variam bastante de cidade para cidade, mas em geral o crescimento estaria variando entre 10% e 30%. “Há carros e regiões que sofrem mais, por exemplo, as picapes modelo diesel e os carros populares que não saem de fábrica com sistemas antifurto, como bloqueadores e localizadores”, explica.
Peças também subiram mais:
Além da ação dos assaltantes, o preço do seguro dos carros vai ser pressionado este ano pelo custo das peças e da mão de obra para consertos, diz o vice-presidente da FenSeg. “O custo de conserto em caso de colisão vem subindo bem acima da inflação, na média entre 10% e 15% em todo o país, e isso também vai pesar no seguro”, afirma, lembrando que o IPCA do ano passado ficou perto de 6%. “Em geral, o aumento do seguro de carros vai ser por conta dos roubos e do custo de peças e oficinas”, explica.
Lei dos desmanches:
Para Pomarole, o movimento de roubos é atípico, especialmente em São Paulo, a ponto de as seguradoras estarem se reunindo com a Secretaria de Segurança para tentar buscar uma solução. Uma das alternativas foi a criação de uma lei no começo deste ano que regulamenta a atividade dos desmanches em São Paulo. “O governo acredita que o aumento de roubos no Estado está ligado aos desmanches, uma vez que o valor do carro desmontado e vendido em peças é maior do que o que o ladrão conseguiria se vendesse ele inteiro”, afirma Pomarole.
E o ganho na venda dos carros desmanchados cresce ainda mais pelo aumento do preço das peças acima da inflação.
As seguradoras apoiam a nova lei, que define que as peças terão de apresentar a origem, para evitar o uso de peças roubadas. Os desmanches também terão de atender diversas exigências, inclusive ambientais, para funcionar, o que deve reduzir o número de empreendimentos ilegais. “Há um prazo de seis meses para eles se adaptarem e tem muita coisa para fazer”, observa Pomarole.
Protestos reduzem policiamento:
O executivo diz que o setor tenta encontrar explicações para o aumento dos roubos. Analistas avaliam que os ladrões estariam antecipando suas ações porque sabem que, a partir de julho, com a Copa do Mundo e o aumento do policiamento nas ruas para proteger os turistas, ficará mais difícil agir.Outro fator seria o grande número de manifestações e protestos, muitos com violência e queima de ônibus, e que estariam concentrando a atenção da polícia. Assim, parte do efetivo estaria se concentrando nessas regiões e outras estariam ficando sem policiamento, facilitando a atuação das quadrilhas de roubo de carros. “Os protestos acabam causando efeitos colaterais, pois a polícia reforça uma área e acaba desguarnecendo as outras”, afirma.
Melhora a partir de maio:
A expectativa, porém, é que a situação melhore, não só por conta da Copa, que jogará o país no centro das atenções do mundo todo, como pelas eleições no fim de ano. “Esperamos que a partir de maio a coisa melhore, com redução dos roubos, mas enquanto isso, as seguradoras se preparam aumentando o preço do seguro”, explica."
Veja mais :
 Fonte:http://www.arenadopavini.com.br/
Fonte:http://globotv.globo.com/






sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Publicado no Jornal do Povo/Cachoeira do Sul: Na foto: O Diretor Regional da HDI SEGUROS Julio Cesar Rosa e o Gerente da Filial da HDI SEGUROS Daniel Kuhleis da Seguradora HDI visitando a Corretora Santiago Seguros, juntamente com a Gerente Adm. Kátia Kondra e a Corretora e Diretora da Santiago Seguros Corretora Seguros Rosane Santiago. — com Kátia Kondra e outras 3 pessoas em Corretora Santiago Seguros na Rua Saldanha Marinho, 486.Foto: Na  foto: O Diretor Regional da HDI SEGUROS Julio Cesar Rosa e o Gerente da Filial da HDI SEGUROS Daniel Kuhleis da Seguradora HDI visitando a Corretora Santiago Seguros, juntamente com a Gerente Adm. Kátia Kondra e a Corretora e Diretora da  Santiago Seguros Corretora Seguros Rosane Santiago.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

6 Dicas para usar melhor o seguro no caso de acidente!

6 dicas para usar melhor o seguro no caso de uma batida de carro

11/09/2013 / Fonte: InfoMoney

Para muitos, bater o carro é sinônimo de dor de cabeça. Até mesmo aqueles com o veículo segurado têm dúvidas sobre como proceder durante e depois do acidente.
Segundo o sócio-diretor da corretora de seguros on-line minutoseguros.com.br, Manes Erlichman, ao contrário do que muitos pensam, mesmo nos casos mais banais, acionar o seguro é sempre a melhor escolha. “Além de ter garantias no serviço prestado, o consumidor contará com uma assistência à sua disposição”, conta.
Erlichman elaborou algumas dicas que podem ajudar a agilizar todo o processo após a batida evitando, assim, possíveis dores de cabeça. Confira:
1. Sem B.O. Se ninguém tiver se machucado no acidente, não haverá necessidade da realização do B.O. (Boletim de Ocorrência). O documento não será exigido pela seguradora.
2. Evite discussões. Se o acidente tiver envolvido outros veículos, evite qualquer discussão com os outros motoristas sobre o suposto culpado pelo ocorrido. Deixe que a sua seguradora avalie as responsabilidades, segundo as normas de trânsito e critérios técnicos.
3. Contate os centros de atendimento ao cliente. Uma sugestão para agilizar o conserto do veículo é contatar os centros de atendimento ao cliente, disponibilizados pelas principais seguradoras em diversas cidades, que já fazem o levantamento dos prejuízos. Dessa forma, o serviço já encaminha o automóvel para as oficinas com a autorização prévia dos reparos a serem realizados.
4. Utilize as oficinas credenciadas. Nesses locais, as seguradoras se responsabilizam pela qualidade do conserto e, muitas vezes, oferecem benefícios extras, como desconto no valor da franquia ou diárias adicionais de carro reserva.
5. Forneça informações completas. Para otimizar a análise da seguradora, procure fornecer informações completas sobre a data, o horário e o local do acidente, além de dar os dados dos outros veículos (se for o caso) e de fazer um breve relato de como ocorreu o sinistro. Como hoje em dia é comum termos em mãos telefones celulares equipados com máquinas fotográficas, vale a pena tirar algumas fotos.
6. Avise a sua corretora sobre o acidente. Você terá uma valiosa ajuda em todo processo junto à seguradora, como sugestões de oficinas e até mesmo auxílio para lidar com os proprietários dos outros veículos envolvidos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Justiça gaúcha determina recall de Volkswagen Fox, Gol e Voyage 2009/2010



Justiça gaúcha determina recall de Volkswagen Fox, Gol e Voyage 2009/2010

Ministério Público do Estado diz que foram detectados problemas de desgaste no motor; Volkswagen afirma que havia avisado sobre o problema em 2009

Por Heraldo Marqueti Soares 
A A A
SÃO PAULO – A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que a Volkswagen faça recall de cerca de 400 mil veículos em todo o País. Uma liminar do Ministério Público gaúcho obrigou que a montadora verifique o desgaste prematuro de motores dos seguintes veículos e chassis ano 2009/2010: Fox 1.0 intervalo de 94000017 até 94165002; Novo Gol 1.0 chassis 9P000001 até AP 077821 e Voyage 1.0 chassis 9T000001 até AT157948.
De acordo com a liminar publicada na semana passada, foi constatado que os veículos foram produzidos com um motor que, conforme admitido pela própria Volkswagen, podem apresentar ruídos.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul, em nota, afirmou que o problema teria sido causado pelo tipo de óleo utilizado no enchimento dos motores. Entretanto, a promotoria apurou que informações oriundas da imprensa especializada mostram que teria ocorrido alterações no tratamento térmico de componentes essenciais do motor, supostamente para reduzir custos de produção. Por conta do problema nos motores, o Ministério Público noticiou que “a necessidade de manutenção tornou-se mais frequente, gerando custos adicionais aos consumidores pela maior frequência da troca de óleo”.
Consumidores devem encaminhar seus veículos à assistência técnica das concessionárias Volkswagen para verificar a necessidade de troca do motor ou de seus componentes (Reuters)
Consumidores devem encaminhar seus veículos à assistência técnica das concessionárias Volkswagen para verificar a necessidade de troca do motor ou de seus componentes (Reuters)
RespostaA Volkswagen, em resposta ao portal InfoMoney, divulgou que não foi notificada oficialmente da decisão judicial. Além disso, infomou que “a empresa, em 2009, constatou o inconveniente, que não representava nenhum risco à integridade física e a segurança do consumidor”, relatou.
A montadora também contou que, apesar disso, na época havia comunicado órgãos como o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), o Procon e aos Ministérios Públicos de vários estados sobre o defeito, e também disse que "as instituições entenderam o caso e aceitaram a proposta da empresa para realizar uma campanha de oficina ativa em todas as autorizadas da marca para a verificação e a troca de óleo do motor sem custo para os clientes". No entanto, a montadora relata que o Ministério Público do Rio Grande do Sul foi o único a não ter acatado a solução apresentada.
Segundo o Ministério Público gaúcho, a Volkswagen terá que publicar nos jornais de grande circulação do Brasil, a convocação do recall, comunicando os consumidores que encaminhem seus automóveis à assistência técnica das concessionárias Volkswagen para a averiguação da necessidade de troca do motor ou de seus componentes. "Caso seja detectada a presença de ruídos relacionados ao desgaste prematuro dos componentes dos motores dos veículos, as peças deverão ser imediatamente substituídas".
MultasA Justiça gaúcha também fixou multa diária para a Volkswagen de R$ 10 mil, caso o aviso não seja publicado e de R$ 20 mil, até o limite de R$ 2 milhões, caso não realize a substituição das peças.
No final do processo, o MP ainda requer também a indenização individual dos compradores, pelos danos materiais e morais "decorrentes da colocação em mercado de um produto com vício de qualidade". Além disso, pede a condenação ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, a ser revertido ao Fundo de Reconstituição de Bens Lesados.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Chuva forte e enchente? Saiba o que fazer com o veículo para não ter prejuízo


Moradores dos grandes centros urbanos são vítimas recorrentes dos temporais e enchentes que chegam com o verão. Além de ameaçarem a segurança dos ocupantes do automóvel, as enchentes podem estragar o veículo e trazer inúmeros prejuízos para o motorista. Apesar disso, alguns procedimentos e atitudes são capazes de minimizar o problema e auxiliam o segurado no momento de solicitar a ajuda do seguro.
“A principal orientação é garantir a segurança dos ocupantes do veículo, evitando locais que costumam encher de água durante as fortes chuvas. Caso não seja possível, a postura da seguradora é sempre apoiar o cliente, orientando-o durante a ocorrência, por meio do call center, e, após, com os serviços especializados das oficinas credenciadas”, afirma Jabis Alexandre, diretor de Automóvel do Grupo BB e MAPFRE.
O que você precisa saber sobre enchentes e seguro:
Se você perceber que o volume de água está aumentando, mantenha a calma e procure locais mais altos, como calçadas e ladeiras.
Atenção: se o nível da água ultrapassar a metade da altura da roda, o carro já corre o risco de sofrer panes mecânicas.
            Se não for possível desviar enquanto o volume da água subir, mantenha a calma, evite utilizar o freio e dirija em velocidade baixa e constante. Essa atitude pode evitar a formação de ondas e entrada de água pelo escapamento.
            Diante de uma situação crítica, acione o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da seguradora e explique o cenário para que a empresa forneça as orientações necessárias para o momento.
O trânsito parou? Mantenha distância de aproximadamente cinco metros dos carros da frente e dos lados, evitando assim que as ondas provocadas pelos outros veículos atinjam o seu.
O ar-condicionado pode aumentar as chances de calço hidráulico. Se possível, desligue o acessório.
Se o carro morreu no meio da enchente não tente dar a partida. A ação comprometerá ainda mais o motor, resultando até em sua perda.
Se não teve escapatória e o veículo passou pela inundação, a dica é procurar a seguradora. A avaliação do perito é gratuita e não reduz o bônus do contrato. Além disso, o check-up do automóvel pode evitar prejuízos posteriores.
Desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza as operações de seguro, determinou que todos os planos se responsabilizem também por submersão total ou parcial do veículo em água doce, inclusive se ele estiver guardado no subsolo.

Data: 19.02.2013 - Fonte: http://www.cqcs.com.br/noticias


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

NAUFRÁGIO

NAUFRÁGIO COSTA CONCÓRDIA


Resseguradora alemã Hannover Re perde 30 milhões de euros por Concórdia

A resseguradora alemã Hannover Re anunciou nesta segunda-feira que o naufrágio do cruzeiro "Costa Concordia" custará à empresa pelo menos 30 milhões de euros.

"É muito difícil no momento avaliar as reivindicações", explicou a terceira seguradora mundial em um comunicado. Segundo a empresa uma fatura milionária pode ser o resultado deste naufrágio para o setor, o que, consequentemente, provocará perdas de cerca de 30 milhões de euros.

Na semana passada, a Hannover Re se referiu a uma conta de pelo menos 10 milhões de euros, enquanto sua concorrente alemã Munich Re falou de 50 milhões de euros.

Uma companhia de seguros interrogada pela AFP havia indicado que o "Costa Concordia", cujo naufrágio deixou 13 mortos e 21 desaparecidos, segundo um registro de domingo, estava segurado em 395 milhões, o maior montante já conhecido de um acidente marítimo.

Três tipos de seguros podem ser aplicados para este acidente: o seguro do próprio barco (corpo marítimo), o seguro de responsabilidade civil e a apólice assinada para as mercadorias transportadas.

Fonte: UOL/AFP

Seguro residencial; você faz?